quinta-feira, 24 de abril de 2008

Promoção-relâmpago




Você ainda não ganhou um livro da promoção-relâmpago? Então, insira rapidamente um comentário respondendo a um dos questionamentos abaixo:

1º) Quais obras de Machado de Assis já foram entregues no Sorteio Literário e nas Promoções-relâmpago?
2º) Quantos e quais os links importantes presentes no blog da SAA?

A primeira pessoa que responder corretamente a 1º pergunta ganhará o livro "A mão e a Luva " escrito por Machado de Assis.
A segunda pessoa, deverá responder corretamente a 2º pergunta para ganhar o livro "O Evangelho segundo o filho", de Norman Mailer.

Informamos que aqueles que responderem as duas perguntas ganharão somente um livro. O critério de desempate para quem responder aos dois questionamentos será o seguinte:
1º comentário correto- ganhará o livro "Esaú e Jacó"
2º comentário correto- ganhará o livro "Memórias Póstumas de Brás Cubas"

Não perca tempo. Participe!
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Sinopses das editoras
A Mão e a Luva

Machado de Assis é considerado pela maioria dos críticos literários como, incontestavelmente, o primeiro escritor brasileiro de nível internacional. Com estilo elegante e original, ultrapassou os movimentos literários de sua época.
Machado de Assis escreveu poesia, obras para teatro, crônicas, contos e romances, bem como críticas literárias. Em todos os gêneros produziu obras notáveis, incluindo algumas obras-primas da literatura universal, como Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro.
A mão e a Luva (1874) foi ecrita em forma de folhetim, para publicação diária em jornal e alcançou grande sucesso na época.

O evangelho segundo o filho

A história de Jesus contada com as palavras do próprio Filho de Deus, um ser ao mesmo tempo divino e humano. Este é o Jesus que Norman Mailer desnuda neste romance arrojado, belo, ambicioso e, é claro, polêmico. Norman Mailer é um dos maiores escritores norte-americanos e, também, um dos mais controvertidos. O Jesus de Mailer é um trabalhador judeu que conversa com o Criador, que foi crucificado pelos seus ensinamentos e que renasceu três dias depois da sua morte. Um homem que, ao descobrir sua sina, sente-se confuso e orgulhoso, um homem que amava os pecadores e aterrorizado pela fé, lutava contra os limites do seu poder.

6 comentários:

Carol disse...

Ana Carolina Macedo Lübcke
Telefone: 39664145
FNDE/AUDIT/DICIN

1º) Quais obras de Machado de Assis já foram entregues no Sorteio Literário e nas Promoções-relâmpago?
No sorteio literário foram entregues as seguintes obras:
- 50 Contos de Machado de Assis; e
- Dom Casmurro Machado de Assis.
Nas promoções relâmpagos foram entregues as seguintes obras:
- Memórias Póstumas de Brás Cubas; e
- Esaú e Jacó.
2º) Quantos e quais os links importantes presentes no blog da SAA?
São 11 Links importantes. Os links são:
- GT do Regimento Interno do MEC
- Histórico dos Sorteios Literários
- Decreto 6.320/2007 - Estrutura Regimental do MEC
- Blog do ADPAT-MEC
- Blog do COMINF-MEC
- Blog da Comissão de Ética do MEC
- Blog do Comitê de Compras e Contratos-MEC
- Blog do Comitê de Terceirização de Mão-de-obra-MEC
- Legislação de Pessoal
- Portal do MEC
- Portal Domínio Público

Gabi disse...

São 11 os Links Importantes:

-GT do Regimento Interno do MEC
-Histórico dos Sorteios Literários
-Decreto 6.320/2007 - Estrutura Regimental do MEC
-Blog do ADPAT-MEC
-Blog do COMINF-MEC
-Blog da Comissão de Ética do MEC
-Blog do Comitê de Compras e Contratos-MEC
-Blog do Comitê de Terceirização de Mão-de-obra-MEC
-Legislação de Pessoal
-Portal do MEC
-Portal Domínio Público

Gabriela Maciel Forma
SESu
Ramal: 9200

Ana Karoline Crispim _ SAA/SE/MEC_ramal 9959 disse...

Agradecemos a sua participação, Ana Carolina Macedo Lübcke. No entanto, conforme comunicado inserido no dia 22 de abril de 2008, como você já foi contemplada na promoção -relâmpago com o livro "Memórias Póstumas de Brás Cubas" não será possível ganhar a publicação "A mão e a luva".
A Gabriela Maciel Forma acertou o segundo questinamento e será contemplada com o livro "O evangelho segundo o filho". Parabéns!

Anônimo disse...

Márcio Grace Pereira da Silva
Técnico em Assuntos Educacionais
SECAD/Brasil Alfabetizado
61-2104-8489

IGNACIO RAMONET

O desastre midiático

O jornalista espanhol Pascual Serrano construiu um "arquivo da vergonha jornalística", reunindo flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir. Hoje, a verdade informativa é quando toda a mídia (imprensa, rádio, televisão e Internet) diz a mesma coisa sobre um tema, diz que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira.

Ignacio Ramonet

Epílogo do livro "Pérolas 2. Balelas, disparates e trapaças nos meios de comunicação", de Pascual Serrano.

Indispensável. Este é um livro indispensável para tomar consciência da amplitude do atual desastre midiático. E temos que agradecer Pascual Serrano pelo talento que esbanjou ao constituir o “arquivo da vergonha jornalística” conseguindo arrebanhar tão flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir.

O que Pascual Serrano revela com esta nova coleção de “balelas, disparates e trapaças” é que alguma coisa deixou de funcionar nos nossos meios massivos de comunicação. E que, por isso, a informação – ou, melhor dizendo, a desinformação – passou a ser uma das principais ameaças que pairam sobre nossas democracias na hora da globalização econômica.

Uma das razões desta situação mora no fato de que a maioria dos grandes jornais do mundo, se formos falar da imprensa escrita, não são, hoje, dirigidos por jornalistas. Agora são quase sempre dirigidos por egressos das Escolas de Comércio, de Escolas de “Ciências Empresariais”, que são os que, evidentemente, estão com as rédeas da empresa midiática, que irá se comportar como uma empresa que, antes de mais nada, vai pensar em suas relações com os “clientes”, e os clientes são os compradores dos jornais ou os ouvintes do rádio ou os telespectadores da televisão, mas são percebidos principalmente como “clientes”.

Quando se trata de globalização, os principais poderes são o poder econômico e o poder midiático. O poder político vem em terceiro lugar. E o poder econômico, quando se alia com o poder midiático, constitui uma enorme alavanca, capaz de fazer tremer qualquer poder político. Esta é uma das grandes realidades de hoje, ainda que, às vezes, continuem nos apresentando a realidade de maneira diferente. E isso é democraticamente escandaloso, porque o poder político é eleito nas urnas, mas o poder midiático e o poder econômico não são e, assim, não têm legitimidade democrática. Além disso, o poder econômico domina cada vez mais o poder midiático, porque controla, compra e concentra esses meios. E nós estamos em uma situação orwelliana, na qual os donos da produção industrial são, ao mesmo tempo, os senhores dos sistemas de manipulação das mentes.

En nome da necessidade de ganhar um número de clientes cada vez mais amplo e ter mais consumidores, os meios de informação massiva estão integrando três características:

Primeira característica: cada vez mais o discurso, a mensagem jornalística, é mais simples, mais básica. Uma mensagem simples quer dizer que utilizará muito poucas palavras, um número de palavras muito limitado.
Digamos que se o léxico do castelhano tem, por exemplo, trinta mil termos, cada vez mais os meios de informação irão utilizar apenas oitocentas palavras, para que todo o mundo entenda. Com a idéia de que é preciso expressar-se de maneira muito básica, muito simples, porque tudo o que for raciocínio complexo, tudo o que for pensamento inteligente, acaba sendo complicado demais e sai do sistema de informação tradicional.

Existe uma forte tendência à simplificação, e a simplificação mais elementar é a concepção maniqueísta das coisas: qualquer problema se transforma em um problema simples de dois termos: o bem e o mal, o branco e o preto. Uma coisa tão complexa como a geopolítica internacional, por exemplo, é interpretada em termos de bem e de mal. Ou seja, uma concepção extremadamente maniqueísta. Em qualquer debate não mais se entra em considerações que possam pôr em destaque a complexidade de alguma situação, a necessidade de períodos de adaptação, etc. São suprimidos os matizes. O raciocínio torna-se digital: zeros e uns. O resto é para “intelectuais”.

A segunda característica é a rapidez. A informação deve ser consumida rapidamente, quer dizer que seja qual for o valor da informação se tentará passá-la em um espaço muito curto. Por exemplo, se for a imprensa escrita, irá se expressar não apenas com palavras muito simples, mas em frases muito curtas. As manchetes praticamente farão um resumo, uma síntese, do que diz o texto. Poucas notícias terão mais de duas ou três laudas, e, evidentemente, em duas ou três laudas há muito pouco que se possa explicar. Em outras palavras, a idéia está no fracionamento: é oferecido um fragmento da informação, mas esse fragmento é apresentado como se fosse o todo. É uma concepção metonímica da informação, porque a idéia é que o consumidor não sofra consumindo. Por exemplo, nos telejornais todos os estudos demostram que a duração média de uma informação é, digamos, de um minuto e fração. Em um minuto e pouco não é possível explicar tragédias como a da guerra do Iraque ou questões como as do islamismo radical, etc.

Finalmente, a terceira característica destas informações de palavras simples, maniqueísta e rápidas: suscitar emoções. Por exemplo, o intuito é fazer rir ou fazer chorar, o intuito é distrair. Na verdade, a informação massiva está feita para distrair, é cada vez mais uma forma de distração. A imensa maioria das informações é para distrair; se não chegássemos a conhecê-las isso não seria uma tragédia pessoal para nós. E temos visto como as informações people (gente), anedóticas, cresceram imensamente. Acontecimentos, dramas pessoais, tudo isso ocupa um enorme espaço na mídia.

Ou seja, do que se trata, na verdade, é de construir informações que sejam simples, rápidas e divertidas. Essa é uma característica geral e universal. A mídia norte-americana é, de certa maneira, o modelo e o motor deste tipo de informação que está se impondo em todas partes e que triunfa também na Internet.

Com essas características, a informação muito dificilmente pode construir consciência cidadã, construir um sentimento cívico, construir coesão social, ou coesão nacional. Há uma imensa distância entre este projeto, que teoricamente deveria ser o da informação, e a prática real que Pascual Serrano constata neste livro, no qual, de certa maneira, graças a tantos exemplos insólitos, se pergunta: o que é um discurso cujas características principais são a simplicidade, a rapidez e a distração-emoção?

A resposta aparece muito claramente: um discurso infantilizante. De fato, somente com crianças de pouca idade se fala com uma linguajem limitada, com poucas palavras, para que elas entendam. Não são utilizados conceitos filosóficos, também não é bom alongar-se muito, porque cansaria. E não se fala de maneira séria, porque se pensa que com a reatividade emocional é suficiente. Ou seja, que dispomos de um mecanismo de informação que na verdade está concebido para infantilizar o cidadão.

Por outro lado, com a explosão da Internet e da Web 2.0 estamos em um universo no qual há muito mais informação do que podemos consumir. Portanto, agora o problema não é a falta de informação; é a seleção da informação. Durante muito tempo, a maioria das sociedades humanas viveu sob sistemas autoritários de poder, que praticaram a censura. O controle da informação era de importância capital para o poder e, por conseguinte, a realidade da informação era a escassez. Havia muito pouca informação que circulava, e o controle dessa circulação era o que dava mais poder ao poder.

Hoje essa situação mudou. A informação circula de modo superabundante e ninguém pode detê-la. Não há nenhum poder suficientemente autoritário para impedir a informação de circular. É muito difícil. A Internet agora nos permite ter acesso, quase gratuito, a jazidas literalmente oceânicas de informação e a dificuldade é como podemos nos orientar por esse labirinto. Isso apresenta enormes problemas. E o primeiro destes problemas é o da censura. Porque a censura mudou.

Antes, a censura era exercida pelo poder político ou pelo poder, digamos, moral ou religioso, havia pouca informação e os cidadãos diziam que era preciso lutar para obter mais liberdade de informação. O que chamamos de liberdade? Liberdade de comunicar, em resumo. A liberdade de pensar livremente, de comunicar suas idéias, a liberdade de reunião, a liberdade de expressar-se ou a liberdade de imprimir, etc., isso é, no plano político, a liberdade. Justamente a liberdade é a margem de possibilidade da expressão dos grupos sociais que constituem uma sociedade.

E então, os cidadãos diziam, quanto mais liberdade tenhamos, mais comunicação haverá; ou, pelo contrário, quanto mais comunicação exista, mais liberdade haverá. E assim foram feitas as revoluções no século XVIII, essencialmente para ter a possibilidade de comunicar, de trocar informações. Os cidadãos tinham, inconscientemente, a idéia de que quanto mais comunicação houvesse, mais libertad haveria em nossas sociedades.

Mas não há dúvida que, já há alguns anos, temos percebido que essa curva, que era quase uma mediatriz, uma diagonal ascendente, proporcional, por assim dizer —quanto mais comunicação, mais liberdade havia— e que parecia que ia subir até o céu, mudou.

Na verdade, como demonstra com brilhantismo, do seu jeito, este livro de Pascual Serrano, percebemos, depois de todas as manipulações midiáticas ligadas ao ocorrido na Romênia, ao assunto Tamisara, à Guerra do Golfo, à Guerra do Iraque, ao 11 de março, etc., que ter mais informação não trazia mais liberdade. E, então, nossa curva que subia como uma diagonal, de repente transformou-se em uma paralela.

Por muita informação que houvesse, nossa liberdade não se modificava, se mantinha inalterável. E o perigo que corremos neste momento é que quanto mais informação tenhamos, menos liberdade teremos. Porque a informação agora me engana, me confunde, me desorienta. Há tanta informação não verificada, tanta “balela" como diz Pascual Serrano, que não sei mais o que pensar. Na verdade, estou percebendo que muitas dessas informações que recebo estão mentindo, como mentiram durante a Guerra do Golfo, como mentiram em Timisoara, como mentiram na Bósnia, como mentiram no Kossovo, ou como o engodo das “armas de destruição massiva” para justificar a guerra do Iraque.

Quanto mais informação existe agora, menos liberdade ela me proporciona. Porque não sei mais o que fazer, e percebo, de fato, que o funcionamento da verdade das nossas sociedades é muito relativo. O que é a verdade em matéria de informação? A verdade informativa é quando toda a mídia: a imprensa, o rádio, a televisão e a Internet dizem a mesma coisa sobre um tema, dizem que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira. Isto está restabelecendo esse princípio que Aldous Huxley desenvolveu em seu romance Admirável Mundo Novo... Huxley diz: “Trinta e seis mil repetições constituem a verdade.” Se a mídia repete algo trinta e seis mil vezes, estabelece a verdade… mesmo não sendo verdade. E assim os cidadãos não sabem mais onde está a verdade. E a mídia, em vez de contribuir para nos guiar neste labirinto, o que faz é nos confundir mais, nos enganar mais, nos manipular mais.

Por isso se criou uma tal desconfiança com respeito à mídia na sociedade. A riqueza principal dos meios de comunicação é sua credibilidade. nenhum capital é mais importante para um meio de comunicação que sua credibilidade, porque o que eles vendem é, na verdade, essa credibilidade. Nós compramos porque eles são confiáveis, se não fossem confiáveis para que iríamos comprar, ou senão, para que vou assistir tal programa de televisão ou escutar o rádio se não confio no jornalista ou no meio que está se expressando? É seu principal capital, e este capital, como demonstra com clareza evangélica este livro de Pascual Serrano, está sendo dilapidado.


Márcio Grace Pereira da Silva
Técnico em Assuntos Educacionais
SECAD/Brasil Alfabetizado
61-2104-8489

Ana Karoline Crispim _ SAA/SE/MEC_ramal 9959 disse...

Reitero que para concorrer ao livro "A mão e a Luva" é necessário responder ao questionamento: Quais obras de Machado de Assis já foram entregues no Sorteio literáio e nas promoções-relâmpago?

Atenciosamente
Ana Karoline
SAA/SE/MEC

Izadora disse...

Izadora Vasconcelos Matos
Telefone: 39664611
FNDE/AUDIT/DICIN
1º) Quais obras de Machado de Assis já foram entregues no Sorteio Literário e nas Promoções-relâmpago?
No sorteio literário foram entregues as seguintes obras:
- 50 Contos de Machado de Assis; e
- Dom Casmurro Machado de Assis.
Nas promoções relâmpagos foram entregues as seguintes obras:
- Memórias Póstumas de Brás Cubas; e
- Esaú e Jacó.